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Com: JHONATAS GONÇALVES

Energisa e UNESCO finalizam primeira etapa de entrega de alimentos à famílias vulneráveis

Mais de 10 milhões de brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar e a taxa de desemprego atinge cerca de 14 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o indicador da inflação medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), registrado neste mês de outubro foi de 0,94%,maior resultado para o mês desde 1995. Diante desse cenário complexo no país,que foi impulsionado pela pandemia do novo coronavírus, o movimento Energia do Bem, iniciativa liderada pelo Grupo Energisa, segue com a missão de contribuir com famílias, comunidades e setores que foram afetados nos 11 estados onde a empresa atua com distribuição de energia.

Uma dessas frentes de apoio é a entrega de cestas básicas a famílias em situação de vulnerabilidade social, iniciativa que tem o apoio Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).Nesta semana, a primeira etapa foi finalizada com a distribuição de cerca de 2.500 cestas. Em Bragança Paulista, uma das cidades selecionadas para essa importante iniciativa, 120 famílias dos bairros Águas Claras, Campo Novo,Cruzeiro, Henedina Cortez, Hipica, Jaguari, Jardim da Fraternidade, Jardim Julieta Cristina, Jardim Maranata, Jardim Novo Mundo, Jardim Recreio, Jardim São Miguel, Parque Brasil, Patury, Penha, Planejada I, Planejada II, Santa Lúcia, Tanque do Moinho, Toró, Torozinho e Uberaba foram contempladas nesta primeira etapa.  Até dezembro 360 cestas serão distribuídas pela equipe do Espaço de Convivência e Aprendizado (ECOA),organização parceira da ação e que foi escolhida pela UNESCO.

 

“Neste momento adverso, além de fornecer energia elétrica com qualidade, temos o compromisso adicional de apoiar as comunidades mais necessitadas. Essa é mais uma importante iniciativa da Energisa que contribuirá com diversas famílias”, afirma Gabriel Alves Pereira Junior, diretor-presidente da Energisa Sul-Sudeste. 

“Até o mês de dezembro, 3.303 famílias serão atendidas por essa ação humanitária de combate à fome nos 11 estados. Essa presença nacional da Energisa permite levar nossas ações para todas as regiões brasileiras.Mais do que fornecer energia elétrica, estamos comprometidos em apoiar as comunidades próximas, principalmente, neste momento adverso. Com isso,contribuímos para ajudar na segurança alimentar dos mais vulneráveis e incentivamos a economia local para o restabelecimento do dia a dia de todos”,afirma Daniele Salomão, vice-presidente de Gente e Gestão do Grupo Energisa.

O projeto conta com o apoio de organizações da sociedade civil e de lideranças comunitárias locais indicadas pela UNESCO. Juntas, as entidades identificaram os grupos afetados pela crise e, em seguida, montaram as cestas com alimentos adquiridos em estabelecimentos comerciais locais. Além de beneficiar as famílias durante três meses, a iniciativa ajuda a movimentar a economia das cidades e dos bairros atendidos.

“O mundo está desafiado pela pandemia da covid-19. E comisso, torna-se necessário que coordenemos ações de solidariedade e engajamento para minimizar os efeitos da pandemia. Nosso objetivo é apoiar aqueles que mais precisam, como famílias e comunidades que foram afetadas durante essa crise,além de contribuir com as organizações da sociedade civil e lideranças comunitárias na distribuição de alimentos e produtos de higiene”, diz Marlova Noleto, diretora e representante da UNESCO no Brasil.

 

Movimento Energia do Bem

A parceria com a UNESCO integra o Movimento Energia do Bem, liderado pela Energisa junto com parceiros estratégicos para viabilizar ações emergenciais que ajudem a superar a crise humanitária provocada pela pandemia nos 11 estados onde atua. Para o movimento, a empresa já destinou R$ 8 milhões a diversas frentes de combate à pandemia de Covid-19.

As iniciativas englobam um conjunto de ações humanitárias que incluem doação e manutenção de ventiladores pulmonares, distribuição de máscaras para hospitais e comunidades indígenas, obras elétricas em unidades públicas de saúde, captação de recursos para assistência a idosos e apoio a pequenos artistas e empreendedores.