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Novembro Azul: Câncer de próstata atinge 1 em cada 6 homens no Brasil

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele. Dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer) revelam que no Brasil, um em cada quatro homens não faz o exame médico necessário para detectar o câncer de próstata, no entanto um em cada cinco homens poderá desenvolver a doença. Quem faz o exame tem de 80% a 90% de chances de cura, porém em casos avançados esses números caem para 30%. 

O movimento "Novembro Azul" é um alerta à população para conscientização sobre os riscos da doença e a importância do diagnóstico precoce para o tratamento e a cura. Pensando nesse público, o Alta Excelência Diagnóstica, centro diagnóstico referência em excelência médica, se destaca com o Espaço do Homem na unidade Higienópolis (SP), além de contar com um atendimento personalizado em todos os laboratórios, de São Paulo e do Rio de Janeiro, para que realizem seus exames com mais privacidade e conveniência, equipamentos de ponta.

Segundo o Inca, um em cada seis homens é alvo da doença e nove em cada dez diagnosticados têm mais de 55 anos. Para o Brasil, estimam-se mais de 68 mil casos novos de câncer de próstata por ano, entre 2018 e 2019. A preocupação inicial com esse tipo de câncer deve ser considerada por homens acima de 45 anos, pois a partir dessa idade, pode se desenvolver outras doenças, além do câncer de próstata. Acima dos 50 anos, a consulta com um urologista é imprescindível.

Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde mostrou que 31% dos homens brasileiros não têm o hábito de ir ao médico e, quando o fazem, 70% tiveram a influência da mulher ou de filhos. "Infelizmente por uma questão cultural e também pelo preconceito, muitos homens deixam de fazer os exames e se expõem aos riscos da doença. O exame clínico é fundamental para o diagnóstico precoce, que aumenta as chances de cura do paciente e evita fases mais avançadas", explica o Leonardo Kayat, especialista do Alta Excelência Diagnóstica.

A doença é essencialmente assintomática durante boa parte de sua evolução, o que ressalta a importância dos exames de rastreio para seu diagnóstico precoce. Eventuais sintomas começam pela dificuldade de urinar ou necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite, podendo chegar até o comprometimento dos ossos do corpo e fraturas patológicas (sem associação com traumas), podendo também ocorrer quando mais grave insuficiência renal. Como dito, a doença é essencialmente indolente na maior parte dos homens e, por isso, os médicos só conseguem diagnosticar com certeza a partir do resultado da biópsia, cuja indicação resulta da elevação do PSA (exame sanguíneo - Antígeno Prostático Específico, uma enzima produzida pelo corpo), da alteração do toque retal (exame clínico realizado no consultório), ou de ambos.
"Os exames de toque retal e de sangue específico (PSA), aliados à ressonância multiparamétrica da próstata são indicados para o diagnóstico não invasivo do câncer de próstata. Porém o exame para se ter certeza é somente possível com uma biópsia do órgão", conta Kayat. "Atualmente é possível realizar a biópsia de próstata guiada por fusão de imagens de ressonância magnética e ultrassonografia, que em diversas situações é muito mais precisa. É utilizada a imagem capturada e realizada a fusão para efetuar o procedimento no lugar exato. Algo que pode ser fundamental para o sucesso de uma cirurgia", completa. 

Segundo estudo Precision, publicado no The New England Journal of Medicine, a ressonância magnética aumenta a eficácia do diagnóstico do câncer de próstata clinicamente significativo. "A ressonância consegue distinguir os cânceres mais agressivos dos menores e que podem ser acompanhados clinicamente com o urologista. Assim não tem necessidade de procedimentos mais invasivos", revela o especialista. "No Alta possuímos a ressonância magnética 3 Tesla que traz uma tecnologia mais avançada. Ela realiza o exame 25% mais rápido do que outros equipamentos e tem o dobro do campo magnético se comparado às ressonâncias comuns, o que garante maior detalhamento das estruturas analisadas", detalha.

O tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia, hormonioterapia, sejam isoladamente ou combinados nos casos mais agressivos. Em tumores menos graves ou pacientes com idade avançada e outras doenças mais sérias, os médicos podem optar apenas por um acompanhamento, sem intervenção imediata.
"Quando a detecção é precoce, por meio do rastreamento, é possível evitar metástases para ossos e outros órgãos, preservando a vida com melhor qualidade. É sugerido, ainda, que uma dieta saudável e a prática de atividade física regular podem ter algum benefício na prevenção", finaliza.